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PET Dom Tomás Balduino promove oficina sobre a fauna do Cerrado e a valorização dos saberes interculturais

En 11/06/26 10:52 . Actualizado en 11/06/26 11:10 .

Atividade promoveu reflexões sobre a biodiversidade do Cerrado e os diferentes saberes culturais que permeiam a relação entre comunidades tradicionais e a fauna do bioma.

Por meio de suas ações de extensão, o PET Dom Tomás Balduino realizou uma oficina dedicada à fauna do Cerrado, proporcionando aos participantes uma experiência de aprendizado sobre a diversidade biológica e cultural presente nesse importante bioma brasileiro.

A atividade abordou as características de diferentes espécies típicas do Cerrado, como o lobo-guará, o tamanduá-bandeira, a arara-canindé e a seriema, destacando seu papel ecológico e sua importância para a manutenção dos ecossistemas. Além dos aspectos relacionados à biodiversidade, a oficina promoveu reflexões sobre as diversas formas de compreensão e interação com a natureza desenvolvidas por povos indígenas, comunidades quilombolas, ribeirinhas e camponesas.

As discussões evidenciaram como esses grupos atribuem significados, nomenclaturas e narrativas próprias aos animais do Cerrado, demonstrando a riqueza dos conhecimentos tradicionais e sua contribuição para a preservação ambiental. A abordagem intercultural permitiu aos participantes compreender que a conservação da biodiversidade também está relacionada ao reconhecimento e à valorização da diversidade de saberes e experiências construídas historicamente pelas diferentes comunidades que habitam o território.

A iniciativa reforça o compromisso do PET Dom Tomás Balduino com a integração entre ensino, pesquisa e extensão, promovendo atividades que ampliam o conhecimento sobre o Cerrado e incentivam o diálogo entre ciência, cultura e sustentabilidade.

 

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